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🎬 O Chicago International Film Festival aposta na experiência coletiva do cinema e no valor de ter filmes em casa — inclusive em mídia física.

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🎬 O Chicago International Film Festival de 2026 coloca em foco uma conexão que parecia ter ficado no passado: ir ao cinema e ter filmes em DVD. A discussão envolve experiência coletiva, curadoria e preservação audiovisual. 🧵

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Segundo reportagem do Chicago Tribune, a edição anterior do festival ofereceu ao público a chance de visitar o Criterion Closet móvel: uma versão em caminhão do famoso acervo da Criterion Collection.

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A iniciativa leva parte da lógica da videoteca para o espaço público. Em vez de tratar o filme só como conteúdo de catálogo, convida o público a descobrir obras, edições e cineastas por meio da curadoria.

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O DVD e outras mídias físicas mantêm um papel relevante nesse debate: permitem acesso sem depender de assinaturas, mudanças de licenciamento ou da retirada repentina de títulos das plataformas.

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Isso não significa oposição ao streaming. A questão é diversidade de acesso: plataformas ampliaram o alcance de filmes, mas seus catálogos são temporários e guiados por decisões comerciais de poucas empresas.

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Festivais ajudam a equilibrar esse cenário ao criar encontros entre público, obras e acervos. Para filmes independentes, clássicos e produções de outros países, essa mediação pode ser decisiva para chegar a novas audiências.

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No fim, a proposta de Chicago aponta para algo simples: ver um filme pode ser um evento; poder reencontrá-lo, estudá-lo e compartilhá-lo também. Preservar escolhas culturais é preservar memória.

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