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Resumo em 10 segundos

1ª edição do Festival Vértice desmistifica economia criativa e mostra como cultura vira negócio inclusivo e sustentável ✨🧵

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Festival Vértice de Economia Criativa estreia em Porto Alegre na Casa de Cultura Mario Quintana: 1ª edição quer desmistificar economia criativa e atrair consumidores e empreendedores com palestras, oficinas, feiras e atividades até 20h 🎨🤖🧵

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Grátis e plural: a programação traz palestras, workshops práticos, talk shows com especialistas, desfile de moda autoral, exposição fotográfica itinerante, tour pelo Centro Histórico e atividades infantis. A feira Coletivo de Rua integra expositores autorais em frente à CCMQ.

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Do artesanato à tecnologia — a manhã foi dedicada a sustentabilidade financeira, moda, etarismo e inteligência artificial. O mix mostra como saberes tradicionais e ferramentas digitais podem se complementar para abrir novos mercados.

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O que a economia criativa representa para negócios? É transformar cultura, identidade e talento em cadeias de valor. Mas isso pede remuneração justa, acesso a canais de venda e políticas públicas que evitem concentração de poder e protejam direitos dos trabalhadores criativos.

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Na prática: oficinas de design gráfico, crochê e desenho infantil, feiras inclusivas e oportunidades de testagem de produto. Empreendedores podem unir moda autoral + IA, pensar em sustentabilidade nos processos e criar modelos de receita mais resilientes.

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Impacto social: eventos como este dão visibilidade a quem costuma ficar fora do mercado formal. A integração do Coletivo de Rua e exposições inclusivas fortalece redes locais, promove justiça social e amplia o acesso à economia criativa.

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Reflexão final: transformar criatividade em renda exige capacitação, redes de apoio e políticas consistentes. O Festival Vértice prova que investir em cultura pode gerar emprego, inovação e cidades mais resilientes — uma vitrine para negócios mais humanos.

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