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Com juros a 13,75% ao ano, a conta parece favorecer investir. Mas rentabilidade não é o único critério na vida financeira. 🏠📈

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Usar o FGTS para amortizar o financiamento ou deixar o dinheiro rendendo? 🏠📈 Com juros em 13,75% ao ano, Marcelo d’Agosto aponta que a renda fixa pode superar o custo do crédito imobiliário — mesmo após IR. Mas a decisão exige mais que comparar taxas. 🧵

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A lógica financeira é direta: se a aplicação líquida rende mais do que os juros cobrados no financiamento, manter o dinheiro investido tende a aumentar o patrimônio. Só que isso depende do contrato, da taxa efetiva e de uma aplicação compatível com seu prazo.

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O financiamento imobiliário costuma ter juros bem menores que cartão de crédito e cheque especial. Preservar uma reserva aplicada pode evitar que uma emergência vire uma dívida caríssima — um risco frequentemente ignorado na obsessão por “quitar tudo”.

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Há também o fator emocional: dívida tira o sono. Para quem prioriza previsibilidade, amortizar pode fazer sentido mesmo que a planilha indique retorno menor. Finanças pessoais não são uma competição de rentabilidade; são decisões sobre segurança e orçamento.

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Se a escolha for amortizar, reduzir a parcela — e não necessariamente o prazo — pode aliviar o orçamento mensal. Com mais folga, fica mais viável formar reserva, lidar com imprevistos e fazer novas amortizações sem comprometer despesas essenciais.

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Antes de decidir, compare: 1) CET do financiamento; 2) rendimento líquido da renda fixa; 3) liquidez; 4) reserva de emergência; 5) estabilidade da renda. E atenção: usar todo o FGTS para a dívida sem caixa disponível pode reduzir sua proteção financeira.

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A resposta menos glamourosa costuma ser a mais útil: não existe fórmula universal. Juros altos favorecem aplicações, mas orçamento apertado pode justificar parcelas menores. A melhor escolha é a que aumenta sua resiliência — não apenas a rentabilidade no papel.

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