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Resumo em 10 segundos

✈️ Passageiro com sarampo passou pelo aeroporto da Filadélfia; autoridades reforçam vacinação diante do avanço de casos nos EUA.

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✈️ Filadélfia registrou uma 2ª possível exposição ao sarampo: uma pessoa infectada passou pelo Aeroporto Internacional da Filadélfia entre 13 e 14 de setembro. O caso não tem ligação com a exposição recente no hospital infantil CHOP. 🧵

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Segundo o Departamento de Saúde Pública da cidade, a possível exposição ocorreu nos terminais B e F e nas conexões para os terminais C, D e E, das 19h25 de 13/9 até 0h05 de 14/9 (horário local).

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A pessoa estava apenas em trânsito e não saiu do aeroporto, informaram as autoridades. Ainda assim, o alerta é necessário: o sarampo se espalha pelo ar e pode permanecer em ambientes por até 2 horas após a saída de alguém infectado.

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O contexto preocupa: a Pensilvânia já registrava 767 casos de sarampo em 2026, com 150 hospitalizações e quatro mortes associadas, segundo dados estaduais. Nos EUA, os casos passaram de 3 mil, em 45 estados e Washington, D.C.

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A vacinação segue sendo a principal proteção. O CDC recomenda duas doses da tríplice viral (SCR/MMR): a 1ª entre 12 e 15 meses e a 2ª entre 4 e 6 anos. Uma dose tem 93% de eficácia; duas, 97%.

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A cobertura vacinal, porém, caiu: 92,4% das crianças do jardim de infância receberam a vacina tríplice viral no ano letivo de 2025-2026. Para interromper a transmissão, especialistas apontam uma meta próxima de 95%.

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Autoridades locais ressaltam que manter a carteira de vacinação em dia protege não só cada pessoa, mas também bebês, imunossuprimidos e quem não pode ser vacinado. Em surtos, informação confiável e acesso fácil à imunização fazem diferença.

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Quatro mortes por sarampo nos EUA em um ano não eram registradas desde 1992. O retorno de uma doença evitável por vacina mostra como vigilância, campanhas públicas e cobertura vacinal ampla continuam sendo essenciais.

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