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Resumo em 10 segundos

Professora Melina Fachin foi cuspida e chamada de “lixo comunista” dentro da UFPR — episódio expõe escalada da violência política no campus 🧵

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Melina Fachin, professora e diretora do Setor de Ciências Jurídicas da UFPR e filha do ministro do STF Edson Fachin, foi agredida com cuspe e xingamentos dentro do campus na última sexta (12) 🧵. O atacante teria gritado “lixo comunista”. Um evento pró-STF organizado por apoiadores de Bolsonaro foi cancelado.

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O marido e advogado da docente, Marcos Gonçalves, confirmou que um homem branco não identificado cuspiu em Melina e proferiu ofensas. Em nota ele classificou o ataque como fruto do “discurso do ódio” ligado ao radicalismo de extrema-direita, e pediu apuração dos fatos.

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A confusão ocorreu durante protestos contra um seminário sobre o STF. Fontes locais relatam clima de tensão e confronto entre apoiadores do evento e opositores no campus. A interrupção e o cancelamento expõem falhas na gestão de segurança e na mediação de conflitos em espaços acadêmicos.

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A família e a comunidade universitária exigem identificação do agressor e investigação policial. Movimentos estudantis e docentes lembram que agressões verbais e físicas configuram crimes e ferem a liberdade acadêmica e o debate plural dentro das universidades públicas.

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O episódio também remete a outra ocorrência recente envolvendo o vereador Guilherme Kilter (Novo-PR) no campus, citada por familiares e críticos como parte da mesma escalada de tensão política local. A participação de agentes públicos em episódios assim aumenta o debate sobre responsabilidade política.

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Especialistas ouvidos por veículos locais alertam que a normalização do discurso de ódio e a impunidade alimentam mais violência. Há apelos por políticas públicas que protejam a pluralidade, garantam segurança em ambientes educativos e coíbam ataques motivados por intolerância.

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Reflexão final: incidentes como este não são apenas ataques pessoais — são sinais de erosão do espaço democrático para o diálogo. Proteger diversidade, segurança no campus e o direito de ensinar e aprender é prioridade para preservar instituições públicas robustas.

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