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🎬 As Filipinas reformularam seu fundo internacional de coproduções em Busan. Mais dinheiro para quem lidera — mas quem define a cultura na tela?

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🎬 As Filipinas reformularam seu fundo de coprodução internacional no mercado de Busan. A regra central? Quanto maior a participação filipina, maior o incentivo. É uma forma de proteger a autoria local — ou de disputar poder na indústria global? 🧵

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O novo ICOF terá duas rotas. Na Majority Track, produções lideradas por filipinos podem receber até 13 milhões de pesos filipinos (cerca de US$ 210 mil) para filmes e séries. Por que tantos países ainda dependem de capital estrangeiro para contar suas próprias histórias?

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Para acessar essa faixa, a parte filipina precisa ter ao menos 20% do projeto e a maior participação entre coprodutores. Também são exigidos dois talentos filipinos em funções centrais e cinco profissionais locais na equipe. Dinheiro público deveria gerar empregos e formação locais?

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Na Minority Track, produtoras filipinas entram como parceiras menores: participação mínima de 10% e apoio de até 7 milhões de pesos (US$ 113 mil) para longas e séries. A exigência é menor, mas a pergunta permanece: parceria internacional é troca justa ou vitrine para os mais ricos?

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Há bônus: coproduções com países da ASEAN ganham mais 1 milhão de pesos, e projetos aprovados em um teste cultural podem receber até 2 milhões extras. Incentivar integração regional pode reduzir a dependência dos grandes polos audiovisuais globais?

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O Film Philippines Office não oferece só recursos: também facilita permissões, locações e pós-produção. Filmes apoiados pelo programa já circularam e venceram em festivais. No fim, a questão é maior que um edital: quem tem condições reais de filmar, distribuir e ser visto no mundo?

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