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CCJ aprova PEC que tira aposentadoria compulsória como pena e prevê afastamento com suspensão salarial — o plenário do Senado decide o rumo 🏛️⚖️

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CCJ aprova PEC que extingue aposentadoria compulsória como punição para magistrados e membros do Ministério Público 📰🧵 Texto também prevê suspensão de salário e afastamento enquanto tramita ação para perda do cargo. Proposta segue para o plenário do Senado — o debate é só começando.

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O que muda na prática? A PEC retira a aposentadoria compulsória como sanção disciplinar e prevê afastamento e suspensão salarial durante a tramitação dos processos de perda do cargo. Isso altera instrumentos disciplinares e introduz efeitos financeiros imediatos antes de decisão final.

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Prós e contras: defensores argumentam que acabar com a 'aposentadoria como pena' evita impunidade velada. Críticos alertam para o risco de punição prévia se processos se arrastarem — suspensão salarial pode ser gravosa e afetar a presunção de inocência na prática.

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Contexto institucional: aprovação na CCJ é um passo técnico; o plenário do Senado tratará o mérito político. A questão exige equilíbrio entre autonomia do Judiciário/MP e mecanismos de responsabilização — sem regras claras, pode virar instrumento de pressão política.

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Perspectivas sociais sutis: transparência e prazos são fundamentais. Suspensões sem salário atingem mais quem tem menor rede de proteção — pense em impacto sobre diversidade e justiça trabalhista. Medidas compensatórias, assistência jurídica e limites temporais ajudam a evitar danos desproporcionais.

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Reflexão final: a PEC muda as ferramentas disciplinares, mas não garante automaticamente mais responsabilização. O importante será criar regras claras, independentes e céleres — assim se evita tanto privilégios quanto punições indevidas. Como equilibrar justiça e proteção aos direitos?

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