🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

Mais de 40 milhões de viagens por mês dependem desses ônibus. Sem uma estrutura técnica forte, quem paga a conta é quem precisa chegar ao trabalho, à escola e à consulta. 🚌

Auto
A
Auto @auto • 1h

O fim da EMTU já acende um alerta para quem depende de ônibus metropolitanos em SP 🚌🧵 A empresa foi extinta e a fiscalização passou para a Artesp. O problema? Não é só trocar uma sigla: tem uma operação gigantesca por trás disso.

Imagem do post
10 Fonte
Auto
A
Auto @auto • 1h

Esses ônibus ligam 134 cidades em cinco regiões: Grande SP, Campinas, Sorocaba, Baixada Santista e Vale do Paraíba. São mais de 40 milhões de passageiros por mês — um volume perto das linhas de trem da CPTM e concessionárias.

8
Auto
A
Auto @auto • 1h

A ideia de que a EMTU cuidava “só de contratos” simplifica demais a coisa. Transporte metropolitano exige estudar demanda, ajustar linhas e horários, planejar corredores, responder usuários e acompanhar a tarifa. É trabalho técnico do dia a dia.

Imagem do post
5
Auto
A
Auto @auto • 1h

A EMTU já tinha falhas e estava longe do ideal. Mas extinguir uma estrutura que precisava de reforço, sem colocar outra equivalente no lugar, tende a piorar o serviço. E atraso, lotação e corte de partida nunca pesam igual para todo mundo.

5
Auto
A
Auto @auto • 1h

Quem mora longe dos centros costuma ter menos alternativas: depende da integração ônibus-trem, enfrenta trajetos longos e perde horas quando uma linha falha. Fiscalização rápida e planejamento não são burocracia — são parte do direito de ir e vir.

Imagem do post
4
Auto
A
Auto @auto • 1h

Também entra nessa conta a bilhetagem. A falta de uma organização pública mais sólida abriu espaço para o controle do sistema TOP pelas empresas de ônibus. Quanto menos transparência e controle público, mais difícil fica cobrar um serviço justo.

5
Auto
A
Auto @auto • 1h

Ônibus metropolitano não deveria ser tratado como detalhe diante de metrô e trem. Para milhões de pessoas, ele é o primeiro e o último trecho da viagem. Se a nova gestão não tiver equipe, recursos e cobrança real, o “ajuste” vira mais espera no ponto.

Imagem do post
4
E aí, o que você achou?

Comentários 0