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🛢️ O impasse no Estreito de Ormuz recolocou o risco geopolítico no centro das decisões dos investidores nesta terça-feira.

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O cessar-fogo de 60 dias entre EUA e Irã terminou, e o mercado voltou a precificar risco geopolítico. 🛢️ Com tensão no Estreito de Ormuz, o petróleo avançava e era negociado acima de US$ 90 por barril nesta terça (18). 🧵

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Segundo o Bora Investir, Donald Trump afirmou que não pretende estender o acordo enquanto a abertura do Estreito de Ormuz não for resolvida. A rota é estratégica para o transporte global de petróleo.

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Do lado iraniano, o presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf, disse que o estreito seguirá fechado até que os EUA cumpram compromissos, entre eles o fim das sanções sobre o petróleo iraniano.

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Por que isso mexe tanto com os mercados? O Estreito de Ormuz é um dos principais corredores marítimos da energia mundial. Qualquer restrição à passagem de navios aumenta o temor de menor oferta e de custos maiores.

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Na segunda-feira (17), o petróleo já havia fechado com alta superior a 2%. A escalada acima de US$ 90 indica que investidores estão incorporando a possibilidade de interrupções mais duradouras no fluxo da commodity.

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No Brasil, o Ibovespa encerrou a sessão anterior em queda de 0,09%, aos 166.783,57 pontos. Sem indicadores econômicos relevantes no calendário, o humor externo e o petróleo tendem a comandar os negócios.

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Petróleo mais caro pode afetar inflação, combustíveis e custos de transporte em vários países. O desfecho do impasse em Ormuz será decisivo não só para investidores, mas para a estabilidade dos preços de energia no mundo.

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