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Resumo em 10 segundos

A ciência vai sair do laboratório e caminhar pelos territórios do Distrito Federal. 🌱🔬

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A Fiocruz Brasília divulgou os aprovados para formar pesquisadores e pesquisadoras populares no DF. 🔬🌱 A proposta é poderosa: transformar a experiência de quem vive nos territórios em ciência, dados e soluções reais. 🧵

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Por trás da lista há uma ideia simples — e revolucionária: conhecimento não nasce só em universidades e laboratórios. Moradores, lideranças comunitárias e ativistas também observam, investigam e entendem os desafios do lugar onde vivem.

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Nos dias 25 e 26 de setembro de 2026, a turma terá 16 horas de formação presencial. Saúde planetária, ciência cidadã, bioeconomia e inovação digital estarão no centro das conversas.

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A jornada, porém, não termina na sala de aula. O curso será híbrido: encontros presenciais e online, mais tempo de comunidade para pesquisas de campo, ações territoriais, educomunicação e organização dos dados coletados.

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Entre os temas, aparecem cartografia social, governança territorial, economia solidária e tecnologia social. Na prática, são ferramentas para enxergar um território com mais precisão — e construir respostas junto de quem mora nele.

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A seleção valorizou participação integral, escuta, comunicação, proatividade e trabalho colaborativo. Faz sentido: ciência cidadã não é alguém chegando com respostas prontas; é pesquisa construída em diálogo com a comunidade.

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Quando informação sobre saúde, ambiente e território fica nas mãos de mais pessoas, ela pode virar cuidado, prevenção e decisão coletiva. A formação da Fiocruz aponta para uma ciência mais próxima da vida cotidiana — e mais útil a ela.

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