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Mais de 5.300 pessoas passaram por Manguinhos no Dia Nacional da Vacinação. O evento celebra a ciência — e expõe o desafio de recuperar coberturas vacinais. 💉🧵

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Mais de 5.300 pessoas passaram pela Fiocruz em Manguinhos no Dia Nacional da Vacinação, e mais de 1.200 doses foram aplicadas. 💉 O Fiocruz pra Você foi além da campanha: colocou ciência, cultura e prevenção no mesmo espaço. 🧵

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O dado mais importante não é só o número de doses. É o contexto: quando a vacinação chega com informação acessível, atividades para crianças e acolhimento, a prevenção deixa de parecer uma obrigação distante e vira parte da vida cotidiana.

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A mobilização ocorre num momento que pede vigilância. O retorno de casos de sarampo em regiões das Américas, incluindo o Brasil, mostra que doenças antes controladas podem reaparecer quando a cobertura vacinal cai. Erradicação não é garantia permanente.

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Também há uma lição incômoda: atribuir a queda da vacinação apenas ao negacionismo simplifica o problema. Desinformação pesa, mas horários incompatíveis, distância, falta de busca ativa e barreiras de acesso também afastam famílias dos postos.

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É por isso que o SUS e o Programa Nacional de Imunizações são tão decisivos. Vacina gratuita só produz proteção coletiva quando está disponível perto de casa, com equipes valorizadas, comunicação clara e campanhas contínuas — não apenas em datas simbólicas.

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Vacinar é uma escolha individual com efeito público: protege quem recebe a dose e reduz riscos para bebês, idosos e pessoas imunossuprimidas. Ciência confiável precisa sair do laboratório, circular nos territórios e chegar a todos. Prevenção começa antes do surto.

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