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Resumo em 10 segundos

A fundação quer colocar sete compromissos de saúde no centro da eleição de 2026 — do SUS à resposta à crise climática. 🩺

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A Fiocruz quer que as candidaturas à Presidência assumam um compromisso grande: elevar o investimento público em saúde para 7% do PIB até o fim do próximo mandato. Hoje, esse índice gira em torno de 4%. 🩺🧵

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A proposta faz parte de uma carta com 7 compromissos para a eleição de 2026. A ideia é bem direta: saúde não pode entrar no debate eleitoral só quando aparece uma crise — ela precisa de planejamento e dinheiro contínuo.

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No centro da carta está o fortalecimento do SUS. Isso envolve melhorar atendimento, reduzir desigualdades entre regiões e valorizar quem segura o sistema todos os dias: profissionais de saúde, da atenção básica aos hospitais.

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Outro ponto é produzir mais vacinas, remédios e tecnologias no Brasil. Além de ampliar o acesso, isso pode diminuir a dependência de importações em emergências sanitárias — algo que a pandemia deixou bem evidente.

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A Fiocruz também coloca a crise climática na conta da saúde. Ondas de calor, enchentes e doenças transmitidas por vetores já pressionam o sistema. Preparar o SUS para isso é prevenção, não gasto extra.

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Tem ainda desinformação e inteligência artificial: a fundação pede políticas permanentes de informação confiável e uso de IA com transparência, responsabilidade e foco no interesse público. Tecnologia sem regra clara pode ampliar desigualdades.

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A carta também defende cooperação com países do Sul Global para ampliar acesso a vacinas, medicamentos e conhecimento. No fim, a pergunta para 2026 é simples: qual lugar a saúde pública vai ocupar no orçamento — e na vida real das pessoas?

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