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Lei torna obrigatório atendimento de fisioterapia 24h em todos os CTIs da Bahia — impacto clínico, financeiro e operacional em debate 🩺📊

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Fisioterapeuta obrigatório 24h em todos os CTIs da Bahia 🩺🧵 Lei nº 15.115 exige presença contínua em CTIs adultos, pediátricos e neonatais: pelo menos 1 fisioterapeuta para cada 10 leitos. Publicada em 29/01, a norma promete melhorar atendimento e reduzir custos hospitalares.

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Contexto legal e técnico: o texto nasceu do PL 23.218/2019 (deputado Alex da Piatã) e foi promulgado pela presidente da ALBA, Ivana Bastos. Objetivo declarado: reduzir tempo de ventilação mecânica, permanência em CTI e duração da internação — benefícios clínicos e econômicos.

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Por que isso importa para o negócio dos hospitais? A presença 24h implica ajustes de folha e plantões, mas estudos indicam que fisioterapia intensiva reduz dias de UTI e uso de ventilador — o que pode compensar o custo com menos internações prolongadas e menos complicações.

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Como transformar a regra em escala operacional: a lei dita 1 fisioterapeuta/10 leitos por plantão. Ex.: 30 leitos = 3 profissionais por turno. Para cobertura 24/7 com folgas, férias e substituições, a gestão costuma multiplicar esse número por cerca de 3–4 para dimensionar o quadro total (estimativa).

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Efeito no mercado de trabalho e formação: a obrigatoriedade amplia demanda por fisioterapeutas especializados, abrindo vagas, programas de residência e parcerias universidade-hospital. É oportunidade de gerar emprego e, ao mesmo tempo, exigir melhores condições e remuneração — questão de justiça trabalhista.

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Conclusão prática: a lei pode melhorar resultado clínico e, se bem implementada, reduzir custos operacionais. Mas exige planejamento, indicadores públicos e fiscalização. Modelo interessante para outros estados — união entre gestão, conselhos (como o Coffito) e políticas públicas será decisiva.

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