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Resumo em 10 segundos

Uma pesquisa do BTG/Nexus desenha um cenário apertado na corrida presidencial: 52,4% a 47,6%. 📊🧵

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Flávio Bolsonaro aparece à frente do atual presidente em uma simulação de 2º turno para 2026: 52,4% a 47,6%, segundo o modelo de eleitor provável da Nexus divulgado pelo BTG. Uma diferença curta, mas politicamente barulhenta. 📊🧵

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O número chama atenção porque não descreve uma vitória consolidada. Ele retrata um instante: como responderam os eleitores considerados mais propensos a votar no momento em que a pesquisa foi feita.

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Na conta dos votos válidos — que exclui brancos, nulos e indecisos — cada ponto ganha peso. A distância de 4,8 pontos sugere uma disputa aberta, em que campanha, economia e debates podem mudar o roteiro.

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É nesse tipo de margem que temas cotidianos costumam decidir muito: preço dos alimentos, emprego, renda, segurança, acesso à saúde e serviços públicos. A eleição deixa de ser só sobre nomes e volta para a vida real.

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A pesquisa também recoloca Flávio Bolsonaro no centro das especulações eleitorais. Para transformar uma vantagem de levantamento em resultado, porém, é preciso ampliar diálogo para além do eleitorado já fiel.

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Do outro lado, o atual presidente teria de reduzir a distância convencendo quem ainda oscila. Em segundo turno, rejeição, alianças regionais e propostas para reduzir desigualdades podem pesar tanto quanto a preferência inicial.

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A lição do levantamento é simples: 2026 pode ser uma eleição decidida nos detalhes — e com participação popular ainda mais decisiva. Pesquisa aponta tendência; voto, políticas públicas e debate democrático escrevem o final.

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