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Resumo em 10 segundos

Campanha do senador levou notícia-crime ao MP Eleitoral e pede busca e apreensão contra George Marques. Planalto diz que houve distorção dos fatos. 🗳️

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Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu a prisão preventiva de um funcionário do Planalto por repostagens no X sobre Nossa Senhora Aparecida. A campanha também solicita busca e apreensão de aparelhos eletrônicos. 🗳️🧵

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O alvo é George Marques, coordenador-geral de Estratégia e Informação da Presidência. A defesa apresentou uma notícia-crime ao Ministério Público Eleitoral, alegando difusão de desinformação durante a campanha.

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Segundo o documento, Marques repostou mensagens que incentivavam a manter em circulação a versão de que Nossa Senhora Aparecida teria sido atacada — e que o tema deveria alcançar o interior do Norte e Nordeste.

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A campanha afirma que “repostar é divulgar” e cita publicações que diziam haver perseguição à Igreja Católica no Brasil por Flávio. O senador havia negado apoiar proposta para retirar da santa o título de padroeira do país.

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A defesa pede investigação por divulgação de fatos sabidamente inverídicos na campanha, além de incitação ao crime e associação criminosa. São acusações que dependem de apuração e eventual decisão das autoridades competentes.

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Além da prisão, o pedido busca apreender computador, celular e outros dispositivos de Marques para preservar possíveis provas. Como alternativa, solicita medidas cautelares à Justiça Eleitoral.

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O Planalto rebateu a acusação: afirmou que Flávio distorce os fatos e que a atuação de Marques nas redes ocorreu em caráter estritamente pessoal. Até aqui, trata-se de pedido da campanha, não de decisão judicial.

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O caso expõe como símbolos religiosos podem ser usados em disputas digitais. A resposta institucional precisará equilibrar combate à desinformação, devido processo legal e proteção do debate público eleitoral.

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