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🎥 Uma entrevista sobre o filme “Dark Horse” acabou reunindo financiamento privado, investigação da PF, tarifaço e a confiança nas urnas.

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Flávio Bolsonaro disse não ver “absolutamente nada de errado” em buscar Daniel Vorcaro para patrocinar um filme sobre Jair Bolsonaro. Mas a entrevista também passou por uma investigação da PF — e por uma pergunta decisiva sobre eleições. 🎥🧵

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O centro da história é “Dark Horse”, filme sobre o ex-presidente. Segundo reportagem do Intercept Brasil citada na entrevista, Vorcaro teria repassado R$ 61 milhões à produção. O ex-banqueiro está preso e é acusado de fraudes bilionárias.

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Flávio sustentou que buscou um patrocínio privado, que não recebeu dinheiro diretamente e que nenhum recurso público foi usado. Disse ainda que a produtora entregou prestação de contas antes do prazo de 30 dias que ele havia pedido.

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Só que os pagamentos estão sob apuração da Polícia Federal, em inquérito autorizado pelo ministro André Mendonça, do STF. A investigação busca esclarecer a origem e o destino dos valores, inclusive suspeitas envolvendo emendas e despesas de Eduardo Bolsonaro nos EUA.

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Questionado sobre a mensagem a Vorcaro — “estarei sempre contigo” —, Flávio disse que a relação entre os dois se limitava ao filme. Defendeu a produção como forma de não deixar uma “obra de arte” e um sonho se perderem.

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Em outro ponto, ele afirmou que Eduardo Bolsonaro errou ao atuar no episódio do tarifaço. E, quando questionado se respeitaria o resultado caso perdesse a eleição, não respondeu diretamente. Em democracia, aceitar o voto não deveria ser um detalhe de entrevista.

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