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Na Fiesp, Flávio Bolsonaro mirou o governo Lula, prometeu equipe técnica e tentou atrair eleitores de outros nomes da oposição. 🏭🗳️

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Flávio Bolsonaro foi à Fiesp, em São Paulo, para conversar com empresários e afinar seu discurso eleitoral: críticas duras a Lula, promessa de “ministério técnico” e chamado ao voto útil já no 1º turno. 🏭🗳️🧵

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Na reunião da diretoria da Fiesp, o candidato do PL chamou o atual governo de “gastador” e relacionou a gestão Lula ao endividamento das famílias e à carga tributária. São críticas políticas dele — e que devem ser debatidas com dados e propostas concretas.

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O pacote prometido por Flávio inclui previsibilidade para investimentos e ministros “técnicos, competentes e honestos”. Para quem produz, planejamento e regras claras fazem diferença; mas equipe técnica também precisa prestar contas à sociedade, não só ao mercado.

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Sobre indústria, a resposta dele foi direta: primeiro, “tirar o PT”. O encontro mostra como a disputa busca conquistar o empresariado paulista, tradicionalmente influente no debate sobre emprego, juros, impostos e rumo da economia.

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Flávio também falou em destravar licenciamentos ambientais, “dentro da lei” e sem critério ideológico. A discussão real é achar equilíbrio: processos eficientes ajudam investimentos, mas fiscalização séria evita que crescimento vire custo para comunidades e meio ambiente.

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Outro foco foi o “voto útil”. Ele pediu apoio de eleitores de Ronaldo Caiado, Renan Santos, Romeu Zema e Augusto Cury, argumentando ser o nome da oposição com mais chance contra Lula. Em resumo: a corrida também é pela unificação da direita.

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Ao rebater cobranças sobre a prestação de contas do filme “Dark Horse”, Flávio disse que as informações já foram divulgadas, enquanto adversários as consideram insuficientes. Transparência em campanhas não é detalhe: é o mínimo para o eleitor decidir com confiança.

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A agenda na Fiesp deixa uma coisa bem clara: além dos slogans, a eleição vai cobrar respostas para renda, emprego, indústria e clima. “Destravar” o país só funciona de verdade se o desenvolvimento chegar a quem trabalha — e respeitar as regras do jogo.

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