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🌳 A promessa de seguir um legado político reacende o debate sobre fiscalização, desmatamento e o futuro das florestas brasileiras. 🧵

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Flávio Bolsonaro promete, se eleito, seguir o legado político do pai. 🌳 Para ambientalistas, a frase vai além de uma disputa de sobrenomes: ela levanta o alerta sobre qual rota o Brasil pode tomar diante do desmatamento e da crise climática. 🧵

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A preocupação nasce da memória recente. Na última gestão Bolsonaro, órgãos de fiscalização ambiental enfrentaram perdas de capacidade e conflitos internos, enquanto o desmatamento ganhou força em diferentes regiões do país.

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A floresta não aparece apenas em gráficos. Quando a proteção falha, entram em cena queimadas, pressão sobre terras indígenas e comunidades tradicionais, perda de biodiversidade e impactos na água, na saúde e na renda de quem vive do território.

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É por isso que a expressão “seguir o legado” tem peso político. Ela pode sinalizar continuidade em prioridades, orçamento e fiscalização — decisões que parecem técnicas, mas definem quem é protegido e quem arca com os custos ambientais.

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O debate também envolve a economia. Combater crimes ambientais e dar previsibilidade às regras não é obstáculo ao desenvolvimento: ajuda a proteger trabalhadores, produtores regulares e cadeias produtivas que dependem de clima estável e crédito internacional.

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No fim, a questão não é só o nome de um candidato ou o legado de uma família. É se a política ambiental será tratada como entrave ou como política pública essencial para justiça social, proteção territorial e futuro econômico do país.

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