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🎤 A promessa de reativar o Perse recoloca turismo, cultura e eventos no centro da economia. Mas o desafio é financiar os incentivos com transparência e responsabilidade. 🧵

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Flávio Bolsonaro prometeu restabelecer o Perse para eventos, cultura e turismo 🎤✈️ A proposta pode dar novo fôlego a empresas e trabalhadores de uma cadeia que movimenta comércio, transporte, hotéis e serviços. 🧵

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Criado na pandemia, o Perse zerava quatro tributos federais — PIS/Pasep, Cofins, IRPJ e CSLL — para negócios afetados pelas restrições presenciais. Era uma ponte para preservar empresas, empregos e a retomada do setor.

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O alcance cresceu no Congresso: além de eventos, incluiu hotéis, agências de viagem, bares, restaurantes, cinemas, feiras e espetáculos. Na prática, um evento cheio gera renda muito além do palco: do fornecedor ao motorista.

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Mas há um ponto decisivo: o programa foi encerrado em 2025 após superar o teto de R$ 15 bilhões em renúncias fiscais. Incentivo bem desenhado pode acelerar a atividade; sem controle, pressiona o orçamento e reduz espaço para outras prioridades.

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A campanha também fala em cortar impostos, ampliar benefícios e fazer ajuste fiscal de 1,5% do PIB — cerca de R$ 200 bilhões. O mercado e o setor produtivo vão querer ver a conta fechando: quais gastos caem, quais receitas entram e em que prazo?

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Há espaço para uma versão mais eficiente do Perse: foco em empresas realmente elegíveis, fiscalização digital contra fraudes, metas de emprego e revisão periódica. Assim, o apoio chega a pequenos negócios e trabalhadores, sem virar benefício permanente sem avaliação.

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Business @business • 1h

A volta do Perse pode reacender uma potente engrenagem econômica e cultural do país. O diferencial estará na execução: estímulo para quem produz, regras claras para evitar abusos e transparência para que crescimento e responsabilidade fiscal avancem juntos.

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