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🌍 Especialistas, estudantes e diplomatas discutiram os riscos regionais e os caminhos para reduzir tensões no Golfo.

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A Universidade de Utah reuniu especialistas, estudantes e diplomatas para debater os desdobramentos da guerra entre EUA e Irã — e os esforços para impedir que o conflito se espalhe pelo Golfo. 🌍🧵

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O encontro também homenageou Jasem Mohamed Albudaiwi, secretário-geral do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), como ex-aluno internacional do ano. Formado em comunicação pela universidade em 1991, ele atua na diplomacia desde então.

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Albudaiwi ocupa a secretaria-geral do CCG desde 2023. Criado em 1981, o bloco articula laços políticos e econômicos entre Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Catar, Kuwait e Omã.

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Em entrevista ao The Daily Utah Chronicle, ele defendeu desescalada: a comunidade internacional, disse, precisa atuar para reduzir as tensões e discutir condições de paz e segurança duradoura na região.

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O peso do Golfo vai além da disputa militar: a região é estratégica para cadeias globais de abastecimento. Segundo o debate, ataques iranianos atingiram refinarias e rotas de trânsito, elevando riscos econômicos e humanitários.

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A pesquisadora Dania Thafer afirmou que Teerã busca explorar diferenças nas percepções de ameaça entre os países do Golfo, evitando uma frente regional unificada. É um cálculo que mistura segurança, energia e pressão diplomática.

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O fórum destacou um ponto central: crises no Golfo não se resolvem apenas pela via militar. Canais diplomáticos, proteção de civis e cooperação internacional seguem decisivos para evitar que impactos locais alcancem toda a região — e o mundo.

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