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Quando combustíveis fósseis sobem, a conta aparece no transporte, na comida e na energia. Entenda o que o relatório do Greenpeace chama de “fossilflation”. ⚡🛢️

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Petróleo e gás mais caros não pesam só no posto: eles podem encarecer alimentos, transporte, aquecimento e produtos do dia a dia. ⛽📈 O Greenpeace chama esse efeito de “fossilflation”. Entenda o conceito e as saídas propostas 🧵

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A lógica é simples: petróleo e gás movimentam caminhões, navios, fábricas e usinas. Se seus preços sobem, empresas repassam parte do custo ao longo da cadeia — e a inflação chega ao orçamento das famílias.

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Segundo o estudo, elaborado pelo economista Mauricio Vargas para o Greenpeace, conflitos, bloqueios de rotas e interrupções de oferta expõem uma fragilidade: países dependentes de combustíveis fósseis ficam sujeitos a preços globais voláteis.

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Trocar um fornecedor de gás ou petróleo por outro pode aliviar uma crise pontual, mas não resolve a raiz do problema. O combustível continua cotado em mercados internacionais e vulnerável a choques geopolíticos e especulação.

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A proposta é ampliar eletricidade renovável, redes de transmissão, baterias e eletrificação do aquecimento e do transporte. Com fontes locais como sol e vento, uma parcela maior da energia deixa de depender de importações de combustíveis.

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Mas a transição só protege de verdade se for acessível. Painéis solares, isolamento térmico, transporte coletivo elétrico e equipamentos eficientes exigem investimento inicial — e políticas públicas podem evitar que o custo recaia sobre quem tem menos renda.

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A ideia central é econômica, além de climática: reduzir petróleo e gás significa reduzir a exposição das famílias a crises externas. Energia limpa, distribuída e acessível pode funcionar como uma proteção mais duradoura contra a inflação.

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