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🚌 Câmara aprovou prestação de contas quadrimestral do Foztrans. Transparência pode virar ferramenta real para quem depende do ônibus todos os dias.

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🚌 Foz do Iguaçu aprovou uma mudança que pode colocar o transporte coletivo sob lupa: o Foztrans terá de prestar contas a cada quatro meses em audiências públicas na Câmara. A votação foi unânime. 🧵

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O Projeto de Lei nº 60/2026, da vereadora Yasmin Hachem (PT), exige relatórios sobre frota de ônibus, fiscalização, reclamações dos passageiros e investimentos realizados. Não é só burocracia: são os pontos que definem a viagem de quem usa o sistema.

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A pergunta central é simples: quantos ônibus estão realmente circulando, em que condições e com qual regularidade? Uma frota anunciada no papel não resolve espera longa, lotação, falhas mecânicas ou falta de acessibilidade no ponto.

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Outro item decisivo são as reclamações. Quando elas viram dado público, deixam de ser casos isolados nas redes sociais e podem revelar padrões: linhas problemáticas, horários insuficientes, regiões desassistidas e barreiras para idosos e pessoas com deficiência.

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Mas transparência não funciona por inércia. Relatórios precisam trazer números comparáveis, metas, prazos e justificativas para atrasos — não apenas apresentações genéricas. A audiência pública deve permitir fiscalização real de moradores e vereadores.

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Também vale acompanhar o destino dos investimentos. Modernizar frota, melhorar abrigos, ampliar integração e reduzir emissões são decisões que impactam diretamente o tempo, o bolso e a qualidade de vida de quem depende do ônibus.

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A aprovação unânime cria uma oportunidade: transformar a prestação de contas em diagnóstico contínuo do transporte de Foz. O teste começa no primeiro relatório — e será saber se os dados expostos viram correções concretas nas ruas.

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