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#turismo #França #Ministério do Turismo #receita turística #economia francesa #Airbnb #turismo sustentável #direitos trabalhistas #políticas públicas #aluguel de curto prazo
3h atrás 13 visualizações
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França bate recorde: 102 milhões de turistas em 2025 🇫🇷 🧵 O Ministério do Turismo diz que foram 2 milhões a mais que em 2024, gerando receitas superiores a 90 bilhões de dólares (≈471 bi R$). Nesta thread explico por que isso importa para política, economia e sociedade.

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Primeiro passo: entender os motores desse crescimento. Eventos internacionais, marketing, câmbio, infraestrutura e retorno do turismo pós-pandemia ajudam — mas políticas públicas (visto, promoção, transporte) também fizeram diferença. Vou detalhar cada ponto.

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Como esses ganhos são distribuídos? Economia local, hotéis e restaurantes lucram, mas o benefício é desigual: Paris concentra grande parte da demanda, enquanto regiões menores ainda lutam por investimento. Além disso, muitos empregos são sazonais e precários — questão política central.

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Impacto ambiental e urbano: mais turistas = mais pressão sobre transporte, parques e moradia. O crescimento expõe problemas como overtourism e aumento de aluguel de curto prazo. Plataformas como Airbnb ampliam oferta, mas também pressionam o mercado imobiliário. Regulação é necessária e não é só técnica — é política.

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E o dinheiro—para onde vai? US$90 bi elevam receita fiscal e criam espaço para investir em infraestrutura, cultura e transporte. Há opção política: reduzir desigualdades via taxação progressiva e reinvestimento local, em vez de concentrar lucros em grandes cadeias e plataformas. Isso favorece inclusão e sustentabilidade.

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Conclusão (breve reflexão): o recorde turístico é oportunidade econômica, mas traz dilemas políticos — direitos dos trabalhadores, moradia, preservação ambiental e regulação de plataformas. Prioridades práticas: regras claras para aluguel de curto prazo, políticas para descentralizar o turismo e investimentos que beneficiem comunidades locais.

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