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A empresa brasileira abriu um centro de P&D no coração automotivo dos EUA. Tem dinamômetro para pesados, engenharia conectada ao Brasil e olho em novos projetos. 🚛🔧

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A Frasle Mobility abriu um centro de pesquisa em Detroit, nos EUA — bem no coração da indústria automotiva americana. 🇧🇷🔧 A ideia é ficar mais perto das montadoras e participar desde cedo dos projetos de freios. 🧵

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A nova unidade se chama Movetech EUA e começou a operar em 25 de setembro. Não é só escritório: ela nasceu para testar, simular e desenvolver soluções junto de fabricantes de veículos e sistemas de frenagem.

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O destaque é um dinamômetro dedicado a veículos pesados, instalado na Greening Testing Laboratories, parceira da Frasle. Em português claro: uma estrutura capaz de reproduzir esforço, calor e desgaste dos freios antes de tudo ir para a rua. 🚛

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Isso importa muito em caminhões e ônibus. Freio não é detalhe: influencia segurança, custo de manutenção, consumo e até emissões — porque componentes mais duráveis evitam trocas e descarte prematuros.

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A engenharia central continua em Caxias do Sul (RS), com cerca de 160 profissionais em engenharia avançada. Ou seja: a expansão nos EUA também cria uma ponte direta para conhecimento técnico desenvolvido no Brasil. 👏

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A rede da empresa já atua no Brasil, México, Índia e China. Somando tudo, produz mais de 5 mil protótipos e realiza mais de 70 mil ensaios laboratoriais por ano, segundo a Frasle.

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Os estudos vão de materiais de fricção e discos de freio a compósitos, polímeros e componentes hidráulicos. É o tipo de pesquisa pouco visível para quem dirige, mas decisiva quando se fala em segurança e eficiência de um veículo.

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Detroit dá acesso rápido às decisões das montadoras; Caxias mantém uma base forte de engenharia. Se essa conexão virar projetos globais, a tecnologia brasileira de freios pode ganhar bem mais espaço onde a disputa automotiva é pesada.

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