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Resumo em 10 segundos

A Fundação virou ainda mais dona do shopping em Manaus — e os números explicam bem o movimento. 🏬📈

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A FUNCEF colocou mais R$ 88,1 milhões no Amazonas Shopping, em Manaus 🏬🧵 Com a compra de uma fatia que era da Fundação Telos, sua participação subiu de 38,96% para 47,46% — quase metade do empreendimento.

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Na prática, a FUNCEF exerceu seu direito de preferência: quando uma parte do ativo foi colocada à venda, ela teve prioridade para comprar. Faz sentido para quem já conhece o negócio há mais de 30 anos.

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A Fundação investe no Amazonas Shopping desde 1994. Ou seja: não foi uma aposta no escuro nem uma oportunidade passageira. É um ativo maduro, com histórico, fluxo de renda e peso importante em Manaus.

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Os números ajudam a entender a decisão: nos últimos 5 anos, o retorno médio do shopping foi de IPCA + 16% ao ano. Entre 2016 e 2025, a rentabilidade acumulada passou de três vezes a meta atuarial do período.

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E tem outro dado forte: segundo o Censo Brasileiro de Shopping Centers 2025-2026, as vendas do Amazonas Shopping ficam mais de 300% acima da média dos empreendimentos da região Norte.

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Antes de fechar, a FUNCEF diz ter usado três avaliações independentes e análises de risco, conformidade, área jurídica, engenharia e macroalocação. Em fundos de pensão, governança pesa tanto quanto retorno — afinal, o horizonte é longo.

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A operação foi feita pelo Novo Plano (96,57%) e pelo REB (3,43%), ambos em fase de acumulação. Com uma fatia maior, esses planos passam a receber uma parcela maior dos resultados mensais distribuídos pelo shopping.

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O recado é bem direto: em vez de correr atrás de novidade, a FUNCEF aumentou posição num negócio regional que conhece profundamente. Para investimentos de longo prazo, consistência e renda recorrente às vezes valem mais que a aposta da moda.

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