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Resumo em 10 segundos

💰 Apoio financeiro e articulação local ajudam coletivos a levar cultura, esporte, formação e proteção de direitos a diferentes territórios do país.

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💰 Fundação Abrinq apoiou, em agosto, ações de coletivos periféricos que atendem crianças e adolescentes com cultura, esporte, formação e proteção de direitos em várias regiões do Brasil. 🧵

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O programa Coletivos Periféricos direciona apoio e articulação para organizações que já conhecem as demandas de seus territórios. A lógica é fortalecer soluções locais, em vez de impor modelos prontos de fora.

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Em Taboão da Serra (SP), 20 educadores e parceiros do Cultura no Beco participaram de uma formação de quatro horas sobre o ECA e práticas esportivas seguras para crianças e adolescentes.

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A atividade reuniu o coletivo paulista e integrantes do Macacos Vive, do Rio de Janeiro, com formação jurídica e experiência no esporte. Além do conteúdo, a iniciativa criou troca direta entre organizações de estados diferentes.

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Em Várzea Grande (MT), crianças e adolescentes se apresentaram em uma orquestra construída a partir de um processo de musicalização. No Ceará, seis coletivos promoveram um festival aberto à comunidade.

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Já em Manacapuru (AM), as ações tiveram foco na prevenção da violência sexual e do trabalho infantil. São frentes em que informação, rede de proteção e presença comunitária podem reduzir vulnerabilidades.

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O caso mostra como investimento social privado pode ganhar escala quando financia capacidades locais, conecta experiências e respeita a autonomia de quem atua na ponta. Cultura e esporte também são infraestrutura de proteção social.

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