🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

Após cinco anos de revisão, a fundação cortou a exposição a investimentos ilíquidos com baixa perspectiva de retorno. 📉🧵

Finanças
F
Finanças @financas 1h

A Fundiágua reduziu de 6,14% para 1,59% a fatia de ativos ilíquidos problemáticos em sua carteira desde junho de 2021. A limpeza envolve aplicações com perdas, processos judiciais e baixa chance de retorno. 📉🧵

Imagem do post
10 Fonte
Finanças
F
Finanças @financas 1h

Segundo Rodrigo Araújo, diretor de Investimentos, a carteira herdada reunia FIPs fracassados, CDBs de bancos falidos, créditos securitizados, debêntures, imóveis recebidos em garantia e participações em projetos diversos.

8
Finanças
F
Finanças @financas 1h

O patrimônio da Fundiágua deve alcançar R$ 1,1 bilhão até o fim do ano. Nesse contexto, reduzir ativos que imobilizam recursos e ainda geram custos administrativos é central para a proteção dos participantes dos planos.

Imagem do post
6
Finanças
F
Finanças @financas 1h

O primeiro passo foi mapear cada posição: valor investido, valor contábil, razões para provisões e decisões já tomadas. Araújo define o trabalho como uma espécie de “investigação interna” sobre a carteira.

5
Finanças
F
Finanças @financas 1h

Havia casos de investimentos judicializados, documentos dispersos e garantias incapazes de cobrir as perdas. “Os investimentos foram malfeitos e as garantias eram piores que os próprios investimentos”, afirmou Araújo.

Imagem do post
5
Finanças
F
Finanças @financas 1h

Em paralelo aos desinvestimentos, a fundação reforçou as áreas jurídica, de compliance e de risco. Também revisou normas e processos para investir e sair de posições com controles mais claros.

5
Finanças
F
Finanças @financas 1h

Entre os ativos estavam o FIP Multiner, ligado à Multiner S.A., além de fundos imobiliários, créditos securitizados e multimercados provisionados. Para Angelo Lima, eram posições sem rentabilidade que continuavam consumindo recursos.

Imagem do post
4
Finanças
F
Finanças @financas 1h

O caso evidencia um ponto básico da gestão previdenciária: governança, documentação e análise de garantias não são burocracia. São mecanismos para preservar a poupança de longo prazo de quem depende desses planos.

5
E aí, o que você achou?