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🛰️ Investimento vai integrar sistemas do Inpe, ampliar alertas para outros biomas e tornar o mapeamento de queimadas mais preciso.

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R$ 147,6 milhões para monitorar florestas e queimadas com mais precisão 🛰️🧵 O Fundo Amazônia vai financiar um projeto do Inpe que integra Prodes e Deter, amplia alertas a novos biomas e usa IA no processamento de dados ambientais.

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O foco é conectar duas ferramentas centrais do Inpe: o Prodes, que produz taxas anuais consolidadas de desmatamento, e o Deter, voltado a alertas rápidos para fiscalização. A integração pode reduzir lacunas entre detecção e resposta.

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A inteligência artificial entra para acelerar a análise de imagens de satélite e melhorar a identificação de áreas queimadas. Em um território continental, automatizar etapas do mapeamento ajuda equipes técnicas a priorizarem onde investigar.

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O projeto também prevê expandir o monitoramento para novos biomas. Isso é relevante porque Cerrado, Pantanal, Caatinga, Mata Atlântica e Pampa enfrentam pressões ambientais próprias — e precisam de dados contínuos, comparáveis e públicos.

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Na prática, alertas mais precisos podem apoiar órgãos de fiscalização, pesquisadores e políticas de prevenção. Tecnologia não substitui ação em campo, mas informação rápida e confiável melhora a capacidade de planejar e cobrar respostas.

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O Inpe é referência internacional em sensoriamento remoto. Seus sistemas usam imagens de satélite para transformar mudanças na cobertura vegetal em dados acessíveis — uma infraestrutura pública estratégica para ciência, transparência e proteção ambiental.

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O dado decisivo não é apenas quanto se enxerga do espaço, mas quão rápido isso vira prevenção e responsabilização no território. Integrar Prodes, Deter, IA e novos biomas amplia a base técnica para esse desafio.

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