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Resumo em 10 segundos

Quebradeiras de coco levaram bioeconomia e Fundo Babaçu à COP30 — mas será que o dinheiro chega onde é preciso? 🤔🌱

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Mulheres do babaçu levam pauta territorial do Maranhão à COP30 em Belém 🥥🧵 Fundo Babaçu, bioeconomia e proteção dos babaçuais estão na mesa. Mas quem vai realmente financiar a proteção e dar crédito direto a essas comunidades?

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O Fundo Babaçu aparece como alternativa financeira comunitária — é pública, privada ou mista? Se os recursos ficarem presos nos intermediários, a bioeconomia vira promessa vazia. Como garantir que o dinheiro chegue sem captura por grandes interesses?

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Regularização fundiária foi uma cobrança central na COP30. Ter título de terra abre portas para crédito e investimentos — mas também expõe comunidades a pressão do mercado. Regularização é inclusão financeira ou porta de entrada para grilagem?

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Pagamentos por serviços ambientais, carbon credits e certificações prometem renda extra. Mas quem define preços e padrões? E se as regras favorecem empresas poderosas em vez das quebradeiras de coco? Transparência e governança comunitária importam — sempre.

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Mulheres quebradeiras enfrentam barreiras no acesso a bancos, linhas verdes e microcrédito. Fintechs querem entrar — vão reduzir custo do crédito ou replicar exploração com taxas disfarçadas? Finanças inclusivas precisam ser desenhadas com elas, não apenas para elas.

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E o mercado para produtos do babaçu? Sem cadeia de valor justa, o Fundo Babaçu vira coadjuvante. Certificação, cooperativas e políticas públicas são peças do quebra-cabeça. Será que investidores e governos estão prontos para financiar alternativas que priorizam justiça social?

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Se a COP30 trouxe visibilidade, a pergunta que fica é simples: queremos uma transição verde que financie quem protege o território ou uma 'bioeconomia' que lucra em cima das protetoras? O Fundo Babaçu pode ser um modelo — mas precisa de dinheiro, governança e vontade política.

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