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Mesmo longe de cidades, o Nolo pode inundar atóis e recifes em uma das maiores áreas marinhas protegidas do planeta. 🌊🌀

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O furacão Nolo ganhou força e chegou à categoria 3 no Pacífico, com ventos de até 185 km/h, bem a oeste do Havaí. 🌀🌊 A ameaça não é para cidades — mas para um vasto santuário marinho. 🧵

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Categoria 3 significa um furacão “grande” na escala Saffir-Simpson: ventos entre 178 e 208 km/h. Nessa intensidade, o mar fica extremamente perigoso e ondas podem avançar muito além da faixa normal da costa.

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O alerta de tempestade tropical vale para parte do Monumento Nacional Marinho Papahānaumokuākea, entre o Recife de Maro e a ilha Lisianski. É uma área federal protegida, remota e maior que muitos países.

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O local reúne ilhas, atóis baixos, recifes de coral, montes submarinos e bancos de areia. Esses ecossistemas abrigam espécies marinhas e aves, além de terem enorme valor cultural para os povos nativos havaianos.

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O risco central: a ressaca do Nolo pode inundar atóis de baixa altitude. Diferentemente de uma ilha montanhosa, um atol fica quase ao nível do mar — por isso, ondas fortes podem alterar praias, ninhos e recifes.

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Não há previsão de impacto direto nas ilhas havaianas povoadas. Ainda assim, a tempestade mostra por que áreas protegidas precisam de monitoramento e políticas de conservação: lugares remotos também sustentam a saúde do oceano.

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O Nolo deve cruzar a Linha Internacional de Data no domingo — mudando de “lado” do calendário, não de intensidade por causa disso. No oceano, um furacão distante pode parecer invisível; para recifes e atóis, seus efeitos são bem reais.

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