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Resumo em 10 segundos

O pelotão do G20 ganhou fôlego no 2º tri (+0,9%), mas o Brasil perdeu ritmo (0,4%). 📉📈 Uma história de quem acelerou, quem freou — e o que isso diz sobre os próximos meses.

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O mundo acelerou, mas o Brasil tirou o pé: PIB do G20 cresceu 0,9% no 2º tri de 2025 (anual: +3,5%), enquanto o Brasil desacelerou para 0,4% ante 1,3% no tri anterior. Dados preliminares da OCDE. 📊🇧🇷🧵

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Imagine o G20 como um pelotão que ganhou ritmo. EUA saíram de -0,1% para +0,8%. Coreia: -0,2% → +0,7%. Turquia: 0,7% → 1,6%. África do Sul: 0,1% → 0,8%. Arábia Saudita: 1,1% → 1,7%. O relógio global adiantou alguns minutos.

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No bloco que perdeu velocidade, o Brasil foi destaque: 1,3% → 0,4%. Reino Unido: 0,7% → 0,3%. Índia: 2,0% → 1,7%. China: 1,2% → 1,1%. Em média, o G20 avançou 0,9% no trimestre, sinal de tração mesmo com ventos cruzados.

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E por que isso importa aqui? Menos ritmo no PIB pode esfriar contratações e adiar investimentos. Analistas citam fatores como juros ainda altos, crédito mais caro e efeito base após safra forte. O caminho? Ganhos de produtividade, infraestrutura e previsibilidade para liberar o capex.

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Cada economia corre com um motor: EUA reverteram a marcha, Coreia reaqueceu, Turquia e Arábia Saudita surfam impulso doméstico e de energia. Para o Brasil, diversificar além de commodities e destravar inovação pode blindar ciclos e reduzir a volatilidade do crescimento.

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No radar do 3º tri: trajetória de juros no Brasil e EUA, demanda chinesa, câmbio e apetite por risco. Se o crédito destravar e investimentos em indústria de baixo carbono e logística avançarem, o PIB ganha fôlego mais sustentável — com impacto direto em emprego e renda.

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Moral da história: o mundo acelerou o passo. O Brasil não ficou parado, mas perdeu embalo. O placar de agora não define a corrida — estratégia e execução definem. Próximo capítulo depende de como alinhamos produtividade, inovação e estabilidade macro nos próximos meses.

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