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Resumo em 10 segundos

⛽ Em meio à guerra com o Irã e ao diesel em patamar histórico nos EUA, o G7 decidiu liberar 100 milhões de barris. A medida começa agora, mas o alívio tem prazo e limites. 🧵

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O G7 vai liberar 100 milhões de barris de petróleo para tentar derrubar os preços dos combustíveis — com uma parcela robusta de diesel já nos primeiros 20 dias. ⛽🧵

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A cena começou em Washington, sob pressão crescente: o diesel nos EUA chegou a US$ 6,52 por galão em 22 de setembro e estava em US$ 6,37 na sexta, segundo a AAA. Para caminhoneiros, agricultores e consumidores, não é só um número: vira custo em toda a cadeia.

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Na madrugada, Trump conversou com Emmanuel Macron, presidente rotativo do G7. Depois, Macron reuniu os líderes por videoconferência. O acordo prevê uma liberação coordenada pela Agência Internacional de Energia ao longo de quatro meses.

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O detalhe mais importante: não será uma abertura genérica de estoques. O grupo prometeu antecipar volumes substanciais de diesel — justamente o combustível que move transporte de cargas, máquinas agrícolas, ônibus e parte da indústria.

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A urgência tem pano de fundo geopolítico. A guerra com o Irã, já no oitavo mês, elevou o petróleo e pressionou preços globais. Conflitos distantes chegam rápido ao bolso: no frete, nos alimentos, na energia e nos produtos básicos.

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Para Trump, a medida também tem peso político antes das eleições de meio de mandato. Pesquisa AP-NORC indicou que a maioria dos adultos americanos atribui a ele a alta dos preços, enquanto sua aprovação na economia atingiu novo mínimo.

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Liberar reservas pode amortecer o choque no curto prazo, mas não encerra a crise: estoques são finitos e não substituem estabilidade geopolítica, transporte mais eficiente e fontes de energia menos vulneráveis a guerras. O barril pode baixar; a incerteza continua.

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