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Resumo em 10 segundos

Presidente do BC disse que houve resistência interna à entrega de informações sobre o Master. O caso amplia o debate sobre controles e transparência no sistema financeiro. 🏦

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Gabriel Galípolo afirmou à PF que houve “demora injustificada” na fiscalização do Banco Master, segundo Folha e Estadão. O presidente do Banco Central disse que servidores resistiam a detalhar informações sobre o caso. 🏦🧵

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Galípolo depôs como testemunha na terça-feira (6). A apuração investiga a atuação de Belline Santana, ex-chefe de Supervisão Bancária, e Paulo Sérgio Neves de Souza, então chefe adjunto da área, em temas ligados ao banco de Daniel Vorcaro.

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Segundo o inquérito, os dois servidores teriam atuado em favor de interesses de Vorcaro dentro do BC. As defesas negam favorecimento. Paulo Sérgio, por meio de advogado, disse que irá se manifestar após acessar o depoimento de Galípolo.

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O depoimento também aponta reuniões tensas: Galípolo disse ter cobrado providências dos responsáveis pela supervisão. Reportagem da Folha já havia relatado divergências sobre lançamentos no balanço do Master durante reunião da diretoria com técnicos.

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Uma investigação interna do BC encontrou indícios de que Belline teria simulado contratos de serviços ligados a um projeto social para ocultar possível propina, segundo relatório citado pela Folha. A defesa afirma que ele não recebeu valores ou benefícios do Master.

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O episódio coloca a supervisão bancária no centro do debate: fiscalização independente, acesso rápido a dados e mecanismos de controle são essenciais para proteger depositantes, investidores e a confiança no sistema financeiro.

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