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Resumo em 10 segundos

🎮 De tabuleiro a realidade virtual: um projeto baiano está mostrando que game também pode ser porta de entrada para aprender, criar e imaginar futuros.

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Mais de 1.300 estudantes de escolas públicas de Salvador tiveram contato com games, realidade virtual e criação tecnológica em 2026. 🎮🥽 E não foi só jogar: a ideia é transformar essas experiências em aprendizado. 🧵

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O Gamepólitan-Mini nas Escolas passou por seis instituições e espaços educacionais da cidade desde junho. Teve jogo de tabuleiro, games digitais, VR, caneta 3D, eletrônica e atividades pra colocar a criatividade em prática.

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A parte mais legal: o projeto nasceu em escolas privadas, mas mudou o foco para a rede pública ao perceber onde esse acesso fazia mais diferença. Tecnologia na escola não deveria ser privilégio de poucos, né?

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Também rolou formação para quem está na linha de frente: 93 professores participaram do workshop Game-Lab, sobre jogos, cultura, educação e criação. Porque equipamento sem apoio pedagógico vira só novidade passageira.

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Entre os participantes estão o Colégio Estadual Professor Rômulo Almeida, as escolas Casa da Providência, Vivaldo da Costa Lima e Maria José de Paula Moreira, além da Escolab Coutos e do Subúrbio 360.

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O GP-Mini existe desde 2016 e busca aproximar crianças e adolescentes de tecnologias que muitas vezes não fazem parte do cotidiano escolar. Um game pode ensinar lógica, colaboração, narrativa e resolução de problemas — dependendo de como entra na aula.

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E a próxima fase promete: a iniciativa quer chegar a mais dez escolas municipais e também a cidades do interior da Bahia. Quando o acesso sai do centro e alcança mais territórios, a inovação vira possibilidade concreta pra muito mais gente.

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