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Resumo em 10 segundos

A feira quer superar 206 mil visitantes, reúne 29 países e mostra que o mapa dos games está ficando bem mais amplo. 🎮🌏

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A Gamescom Asia x Thailand Game Show quer levar mais de 206 mil pessoas a Bangkok e já reúne visitantes de 29 países. 🎮🌏 A feira cresceu tanto que virou um dos sinais mais claros de que o centro dos games está se espalhando pelo mundo. 🧵

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A edição de 2026 terá 20 pavilhões nacionais e um espaço físico maior. Metade da área extra veio da parceria com o evento de anime Ace Bangkok; a outra metade, de publishers e estúdios locais e internacionais.

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O salto começou em 2024, quando a Gamescom Asia saiu de Singapura e se uniu à tradicional Thailand Game Show, que já tinha 18 anos de estrada. A mistura deu certo: público fã de games + negócios + investimento no mesmo lugar.

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Não é só vitrine para jogar lançamento. A programação B2B terá quatro palcos e cerca de 70 palestrantes, com nomes como John Romero, gente do estúdio AdHoc e da Rovio. É onde ideias, empregos e parcerias podem nascer.

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Japão, China, Coreia do Sul e países do Sudeste Asiático estão aparecendo com mais força. E tem gente vindo dos EUA, Europa e América do Sul também. Alemanha, Áustria e Filipinas, por exemplo, ganharam pavilhões próprios.

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Entre os nomes japoneses que reservaram espaço cedo estão PlayStation, Nintendo — via Synnex —, Capcom, Bandai Namco, Sega e The Pokémon Company. Quando essas gigantes chegam, a atenção global acompanha.

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O ponto interessante é o acesso: nem todo mundo na Ásia-Pacífico consegue viajar até a Gamescom da Alemanha. Levar um evento internacional para mais perto do público e dos estúdios locais ajuda a reduzir essa distância.

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Depois da pandemia e do fim da E3, feiras presenciais voltaram com outra cara: mais regionais, conectadas e disputadas. Bangkok está aproveitando a brecha — e os games, cada vez mais, falam com sotaques do mundo todo.

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