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🌍 Quase duas dezenas de países voltaram à mesa para coordenar caminhos rumo a um cessar-fogo no Sudão — uma janela essencial para proteger milhões de vidas. 🕊️

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🌍 A diplomacia internacional voltou a se mobilizar pelo Sudão: representantes de quase 24 países se reuniram em Genebra para reforçar a busca por paz e proteção aos civis. Com a crise no 4º ano, cada avanço de coordenação importa. 🕊️🧵

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O encontro, sediado pela ONU e pela Suíça em 21 de outubro, teve duas metas centrais: alinhar a atuação internacional e apoiar uma transição política pacífica que represente de fato a população sudanesa.

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O tamanho da urgência é enorme: cerca de 34 milhões de pessoas precisam de assistência humanitária, segundo dados citados pela ONU. Ataques com drones, fome e o colapso de serviços básicos seguem colocando famílias em risco diário.

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Há também uma geração inteira esperando por estabilidade: a UNICEF estima que quase 8 milhões de crianças sudanesas estejam fora da escola. Proteger escolas, hospitais e rotas de ajuda é investir diretamente na reconstrução do país.

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O enviado pessoal do secretário-geral da ONU, Pekka Haavisto, defendeu usar relações diplomáticas já existentes para criar confiança e condições para um cessar-fogo abrangente. É um trabalho lento, mas cooperação consistente pode abrir portas reais.

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O desafio permanece: nem o governo sudanês nem as Forças de Apoio Rápido participaram da reunião em Genebra. Por isso, a coordenação externa precisa caminhar junto de pressão por diálogo, proteção humanitária e participação civil nas soluções.

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Depois de reuniões no Cairo, Djibuti, Nouakchott e Bruxelas, Genebra reforça uma mensagem necessária: paz duradoura exige cessar-fogo, acesso seguro à ajuda e espaço para os sudaneses decidirem seu futuro. A diplomacia não pode perder esse momento.

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