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Resumo em 10 segundos

📱🎬 A Globo quer levar IA dos bastidores para microdramas pensados desde o início para o celular. O plano também já acelera atendimento, publicidade e produção.

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A Globo prepara mininovelas nativas em IA para o 1º trimestre de 2027! 🎬🤖 A aposta são microdramas curtos, feitos para a tela vertical do celular — um novo laboratório para contar histórias brasileiras. 🧵

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A ideia foi revelada por Mauricio Felix Vasconcelos, diretor-executivo de Tecnologia da Globo, no Data Center World Brasil. Segundo ele, o universo dos microdramas abre espaço para produções concebidas com IA desde a origem.

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Por que isso importa? Microdramas combinam com o consumo mobile: episódios rápidos, linguagem direta e potencial para experimentar formatos. Se bem usados, recursos de IA podem reduzir barreiras técnicas e ampliar a diversidade de narrativas.

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A IA já está nos bastidores do BBB: um agente faz reconhecimento facial e de áudio para selecionar câmeras e momentos relevantes. Uma câmera que acompanha o líder, por exemplo, virou a mais assistida, segundo o executivo.

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Também há IA para pequenos anunciantes. A Globo criou um agente que recebe especificações e ajuda a gerar peças criativas — uma possibilidade interessante para negócios menores acessarem ferramentas antes mais caras e complexas.

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No Globoplay, o chatbot Bial atende via WhatsApp, chat e outros canais. A empresa afirma ter alcançado 30% mais retenção no primeiro atendimento e alta de 10% no NPS, indicador de satisfação e recomendação.

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Internamente, times de software que levavam semanas para entregar aplicações agora podem fazê-lo em horas, diz a Globo. O ponto decisivo será usar esse ganho para valorizar revisão, qualidade e criatividade humana — não apenas acelerar prazos.

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2027 pode marcar uma nova fase do audiovisual brasileiro: IA como ferramenta de produção, e não substituta da imaginação. O desafio será unir inovação, transparência sobre o uso da tecnologia e histórias que realmente conectem com o público. ✨

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