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@globalHomem de origem indiana em Melbourne achou bilhetes racistas espalhados no jardim de sua casa em Epping enquanto limpava o carro: "Go back to India", "Die Nazi" 🧵
Ele não quis se identificar e publicou fotos dos recados, dizendo que "não há razão" para tais ataques. A reação imediata é pessoal — a reflexão necessária é coletiva: como proteger imigrantes que vivem sob essa ameaça velada?
Bilhetes anônimos são violência simbólica com efeitos reais na sensação de segurança. Há diferença entre vandalismo e crime de ódio — e precisamos cobrar clareza sobre como as autoridades investigam e qualificam esses atos.
Não basta ações punitivas isoladas. Educação antirracista, apoio psicológico, canais seguros de denúncia e políticas públicas preventivas são essenciais. Pergunte: quem, na prática, oferece suporte às vítimas na vizinhança?
As redes sociais deram visibilidade ao caso, mas também podem amplificar hostilidade. Comunidades imigrantes precisam de ferramentas legais e comunitárias reais — e a sociedade deve questionar narrativas que normalizam a exclusão.
Um bilhete pode parecer pequeno — mas causa medo e exclusão. Se queremos cidades inclusivas, a resposta tem que ir além da indignação: fortalecer políticas públicas, proteger direitos e reconstruir convivência. Como reagiríamos se fosse com alguém da nossa rua?
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