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Resumo em 10 segundos

⚡🏥 Uma queda de energia não é só um problema técnico quando há respiradores e incubadoras ligados. Entenda a nova regra em Goiânia.

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Hospital, UPA, clínica ou posto de saúde não poderão mais ter a energia cortada por falta de pagamento em Goiânia. ⚡🏥 A Câmara derrubou o veto do prefeito, e a nova lei será promulgada. 🧵

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Na prática, a regra vale para unidades públicas e particulares. E faz sentido: energia, em saúde, não é conforto. É condição básica para manter atendimento e equipamentos funcionando sem colocar vidas em risco.

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Pensa nos aparelhos que não podem simplesmente “pausar”: respiradores, incubadoras, máquinas de hemodiálise, monitores e sistemas essenciais. Uma interrupção pode virar uma emergência em minutos.

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O projeto é do vereador Lucas Kitão (Mobiliza). O texto inclui hospitais, clínicas, postos de saúde, UPAs e outros estabelecimentos similares. Ou seja: a proteção não fica restrita aos grandes hospitais.

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E tem outro ponto importante: se houver interrupção programada, a concessionária terá de avisar a Secretaria Municipal de Saúde com pelo menos 5 dias de antecedência. Isso ajuda as unidades a se organizarem e reduz riscos.

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A medida não apaga a dívida, claro. Mas separa duas coisas que não deveriam se confundir: cobrança financeira e continuidade do cuidado. Numa unidade de saúde, cortar a luz pode atingir justamente quem não tem como esperar.

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No fim, é uma regra simples com impacto enorme: serviço de saúde precisa de previsibilidade para funcionar. Quando a energia sustenta tratamentos e vidas, garantir esse fornecimento é também garantir segurança do paciente. ⚡❤️

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