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Menos desperdício, mais LED, solar e ar-condicionado eficiente: o plano de Goiás mira uma economia gigante em cinco anos. ⚡🏢

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Goiás quer economizar até R$ 100 milhões em cinco anos só modernizando prédios públicos. ⚡🏢 A estratégia junta LED, climatização mais eficiente e energia solar — e agora o estado busca mais R$ 7,5 milhões em recursos não reembolsáveis. 🧵

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A grana vem da Chamada Pública de Eficiência Energética 2026 do Grupo Equatorial, na categoria Poder Público. Os projetos precisam ser enviados até 9 de novembro; o resultado final está previsto para 22 de janeiro de 2027.

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Não é só trocar lâmpada e pronto. Os projetos podem incluir modernização de ar-condicionado, melhorias na infraestrutura e ampliação da geração solar. Na prática: prédios que gastam menos para funcionar todos os dias.

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Doze secretarias já acionaram empresas credenciadas, as ESCOs, para montar propostas técnicas. E um detalhe importante: esse apoio não gera custo para os órgãos interessados. Menos barreira burocrática para tirar projeto do papel.

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O histórico recente dá uma noção: em 2025, 11 projetos foram avaliados, 6 seguiram para a seleção e 3 conseguiram R$ 6,1 milhões. As obras incluem o Palácio Pedro Ludovico, o Estádio Olímpico e o Complexo Prisional de Aparecida.

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Essas intervenções em execução devem reduzir até 2.239 MWh por ano — economia estimada de R$ 1,3 milhão anuais na energia desses locais. É dinheiro público que deixa de virar desperdício e pode aliviar outras despesas do Estado.

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Eficiência energética parece um tema técnico, mas mexe direto no bolso coletivo: reduzir consumo recorrente, modernizar serviços e usar fontes limpas. Se a meta de R$ 100 milhões se confirmar, será um baita caso de gestão que se paga ao longo do tempo.

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