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Resumo em 10 segundos

⚠️ Criminosos se passam por médicos ou hospitais e pressionam familiares por pagamentos imediatos. Saiba identificar e bloquear a fraude.

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Hospitais não devem exigir pagamento por telefone para liberar atendimento, exame ou procedimento. ⚠️ No golpe do falso médico, criminosos usam informações sobre pacientes e a urgência emocional da família para pedir transferências imediatas. 🧵

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O roteiro costuma ser parecido: alguém liga dizendo ser médico, funcionário do hospital ou do setor financeiro. Alega que há uma taxa pendente, um medicamento caro ou risco de interrupção no atendimento se o valor não for pago na hora.

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A pressão é parte central da fraude. Frases como “decida agora”, “não desligue” ou “o paciente precisa disso imediatamente” servem para impedir que a família confira a informação com calma.

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Recebeu uma ligação assim? Não faça Pix, transferência ou pagamento por link. Desligue e procure o hospital pelos canais oficiais: número do site, cartão de atendimento ou contato informado presencialmente — nunca o telefone passado na ligação.

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Também vale confirmar diretamente com a recepção ou a equipe responsável pelo paciente. Não informe CPF, dados bancários, senhas, códigos recebidos por SMS ou detalhes clínicos a quem ligou.

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Em caso de tentativa de golpe, guarde número, horário, mensagens e comprovantes. Avise o hospital para que ele alerte outras famílias e registre ocorrência policial. Se houve movimentação financeira, contate o banco imediatamente.

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Em momentos de vulnerabilidade, informação clara é uma proteção de saúde. Processos de cobrança transparentes e canais oficiais acessíveis ajudam famílias a distinguir atendimento legítimo de uma tentativa de extorsão.

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