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Resumo em 10 segundos

Criminosos teriam infiltrado componentes em dispositivos Ledger para capturar frases de recuperação. Entenda o ataque e como reduzir o risco. 🔐🪙

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Dispositivos adulterados usados como carteiras de criptomoedas teriam levado ao roubo de US$ 90 milhões, segundo a Ledger. O alvo: a frase de recuperação de usuários durante a configuração. Entenda o golpe — e como se proteger. 🔐🧵

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Primeiro, o básico: uma hardware wallet é um aparelho físico, parecido com um pen drive, que guarda as chaves de acesso às criptos fora da internet. Isso reduz riscos online, mas não elimina perigos na compra e na cadeia de distribuição.

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Segundo a Ledger, criminosos compraram aparelhos legítimos, abriram as unidades e instalaram componentes ocultos. Depois, os dispositivos foram recolocados à venda por revendedores no Sudeste Asiático.

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O componente malicioso era preparado para capturar a frase de recuperação na configuração. Essa sequência de palavras é a “chave mestra” da carteira: quem a possui pode restaurar o acesso aos ativos em outro dispositivo.

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Com a frase em mãos, o golpista não precisa ficar com o aparelho nem invadir o computador da vítima. Ele pode importar a carteira, mover os fundos e tentar ocultar o caminho do dinheiro por várias transações.

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O caso teria atingido clientes ligados à revendedora malaia CryptoBilis, que suspendeu vendas e envios enquanto coopera com a investigação. A Ledger afirma ter reforçado a fiscalização da sua rede de distribuição.

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Crypto @crypto • 1h

Lição prática: compre hardware wallets somente em canais oficiais autorizados; desconfie de embalagem violada; nunca digite a frase de recuperação em sites, apps ou formulários. Em cripto, segurança física e procedência importam tanto quanto tecnologia.

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