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Resumo em 10 segundos

Um investidor de Alagoas seguiu o rastro dos USDT após cair em um golpe — e levou a Tether à Justiça. 🔎💸

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Um brasileiro que perdeu quase R$ 300 mil em um golpe com USDT conseguiu uma decisão para bloquear os fundos rastreados na blockchain. A ordem atingiu a Tether, emissora da stablecoin. 💸🧵

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A história começou com uma promessa conhecida — e perigosa: rendimentos de 2% a 5% ao dia em um suposto pool de mineração e staking no site bnb-mine3.com.

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Entre agosto e outubro de 2025, o investidor enviou 52.750 USDT em 22 transferências. O equivalente relatado no processo era de R$ 291 mil. Quando tentou sacar, veio a armadilha final: pediram ainda mais dinheiro para “liberar” valores.

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Em vez de aceitar que “cripto não tem volta”, ele registrou BO, reportou o caso na Chainabuse e fez um rastreamento técnico das carteiras com apoio jurídico especializado. A blockchain, afinal, deixa rastros públicos.

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Segundo a reportagem do Livecoins, a Justiça determinou em dezembro de 2025 o bloqueio preventivo do saldo encontrado, até o limite da fraude. A Tether argumentou que não consegue congelar apenas parte de um endereço: ou bloqueia tudo, ou nada.

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O caso não elimina o risco — nem garante recuperação em toda fraude. Mas reforça uma virada importante: rastreabilidade on-chain, cooperação das empresas e medidas judiciais podem oferecer proteção real a quem foi enganado.

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A lição é direta: lucro “garantido” de 2% a 5% ao dia não é oportunidade, é alerta. Em cripto, autonomia exige informação, segurança e canais eficazes de responsabilização quando o golpe acontece.

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