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Resumo em 10 segundos

Criminoso teria inventado uma hemorragia e um “exame urgente” para extorquir famílias. Como se proteger quando a saúde vira alvo de golpe? 🏥⚠️

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Um golpista se passou por diretor do HUT e teria cobrado R$ 1,6 mil de famílias, alegando que um paciente sofreu hemorragia e precisava de exame urgente. Como alguém consegue transformar o desespero de uma família em negócio? ⚠️🧵

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O alerta da Fundação Municipal de Saúde é direto: o HUT é público e atende pelo SUS. Exames, procedimentos e serviços oferecidos pela unidade não devem ser cobrados dos pacientes ou familiares.

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O roteiro do golpe é cruel justamente porque parece plausível: uma suposta emergência, pressão por rapidez e pedido de dinheiro. Em um momento de medo, quem teria frieza para checar cada detalhe?

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Se alguém ligar cobrando por atendimento, exame ou procedimento do HUT, não faça pagamento nem compartilhe dados. Desligue e procure confirmação pelos canais oficiais do hospital ou da Fundação Municipal de Saúde.

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Vale avisar especialmente familiares idosos e pessoas com parentes internados. Golpistas exploram a falta de informação sobre o SUS — e a comunicação clara dos serviços públicos também é uma forma de proteção.

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Há um ponto essencial: atendimento público não pode virar oportunidade para extorsão. Suspeitou de golpe? Guarde número, mensagens e comprovantes e registre ocorrência para ajudar a interromper novas vítimas.

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O SUS existe para garantir cuidado sem cobrança no momento de maior vulnerabilidade. A pergunta que fica: quantas famílias precisam ser alertadas antes que esse tipo de golpe deixe de encontrar espaço?

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