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Resumo em 10 segundos

⚠️ O BREEZE COMET busca acesso a sistemas financeiros e usa IA para tornar ataques mais ágeis, segundo investigação do Google.

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⚠️ Um grupo hacker monitorado pelo Google desde 2024 está mirando empresas brasileiras para manipular sistemas de pagamento e emitir transferências fraudulentas. O alvo inclui Pix, boleto e STR. 🧵

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Batizado de BREEZE COMET, o grupo foi analisado pela Mandiant e pelo Google Threat Intelligence Group. Segundo o relatório, sua motivação é financeira e os alvos incluem bancos, fintechs, varejistas, corretoras e processadores de pagamento.

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O objetivo é obter acesso à RSFN, a Rede Nacional do Sistema Financeiro, ou a credenciais que permitam enviar ordens de transação. Para isso, invasores buscam contas privilegiadas em redes corporativas e ambientes de nuvem.

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Após entrar, o grupo mapeia processos de transferência e mecanismos antifraude. O Google diz que o BREEZE COMET opera em vários ambientes comprometidos ao mesmo tempo, com malware próprio para reconhecimento, movimentação lateral, persistência e exfiltração.

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As portas de entrada incluem “password spraying” — tentativas de senhas comuns em várias contas — e ligações em que criminosos se passam por suporte de TI para induzir funcionários a instalar ferramentas de acesso remoto.

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Em meados de 2025, o grupo passou a comprometer sites de pequenas prefeituras brasileiras para hospedar ferramentas remotas, ladrões de dados e backdoors. Esses domínios também foram usados em engenharia social e como infraestrutura de comando e controle.

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O relatório aponta uso de IA para acelerar etapas dos ataques e comportamento parecido em domínios municipais da Nigéria, Paraguai, Gana e Venezuela. O caso reforça que segurança depende de tecnologia, treinamento contínuo e resposta coordenada entre empresas e poder público.

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