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Resumo em 10 segundos

🛰️ Quatro TPUs da Google vão entrar em órbita em 2026. A missão pode testar o começo de uma computação movida a energia solar fora da Terra.

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A Google quer testar chips de IA no espaço 🛰️🧠 Em 1º de outubro de 2026, um satélite deve levar quatro TPUs Trillium para a órbita baixa da Terra. É o projeto Suncatcher — e pode ser o primeiro passo para computação orbital. 🧵

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O satélite se chama MVP e tem mais ou menos o tamanho de uma geladeira. Ele não foi construído do zero: a Google instalou seu hardware numa plataforma da Planet Labs. Atalho inteligente para colocar a ideia à prova mais rápido.

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O lançamento está previsto num Falcon 9, da SpaceX, na missão Transporter-18. A carona vai levar vários satélites de uma vez — modelo que vem ajudando missões menores e experimentais a chegarem ao espaço com mais frequência.

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Por que levar processamento para lá? Em órbita baixa, painéis solares podem gerar até 8 vezes mais energia que modelos equivalentes na superfície. A aposta é usar essa luz quase constante para alimentar IA sem depender da mesma infraestrutura terrestre.

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Mas sobreviver à viagem já é um baita teste. No lançamento, a nave pode encarar até 10 vezes a gravidade da Terra; componentes, até mais. As TPUs passaram por vibrações em três eixos e também foram testadas contra radiação com feixes de prótons.

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Só que o chefão da fase final é o calor. No espaço não há ar para carregar o calor embora. Fazer um chip potente funcionar é uma coisa; conseguir resfriá-lo no vácuo é outra completamente diferente. Antes de falar em “data centers espaciais”, essa missão precisa provar o básico.

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