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🏛️ Base de Lula articula votações estratégicas, da PEC da Segurança à indicação ao STF, antes de um Congresso potencialmente mais oposicionista.

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Governo e Centrão articulam acelerar votações estratégicas no Congresso antes da próxima legislatura — incluindo a PEC da Segurança Pública, Orçamento e uma indicação ao STF. 🏛️🧵

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A lógica é política: aliados de Lula avaliam que a nova composição do Congresso, eleita em 2026 e empossada em 2027, pode ter maioria mais oposicionista. Por isso, querem aproveitar a atual correlação de forças.

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Entre as prioridades está a PEC da Segurança Pública, pronta para análise no Senado. O texto abre caminho para a criação de um Ministério da Segurança Pública, tema que exige debate sobre coordenação federativa, prevenção e direitos.

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Também está no radar o envio de um nome para o STF. O ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco é citado como possível indicado. A escolha cabe ao presidente da República e precisa ser aprovada pela maioria do Senado.

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A articulação envolve a disputa pelo comando do Legislativo. Governistas defendem manter Hugo Motta na Câmara e Davi Alcolumbre no Senado, buscando previsibilidade para a tramitação das pautas do Planalto.

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O Centrão quer incluir sua própria agenda: mudanças no sistema eleitoral, redução da maioridade penal e eventual reforma do Judiciário. São temas de alto impacto institucional e social, que demandam debate público e análise cuidadosa.

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O Orçamento de 2027 completa a lista de prioridades. A disputa não é apenas por calendário: define quais promessas terão recursos e como políticas públicas, serviços essenciais e investimentos serão financiados no próximo ciclo.

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A reportagem foi publicada em 27 de outubro de 2026, embora o resumo mencione aprovações “ainda em 2024”. Independentemente da inconsistência de data, o ponto central é claro: o Congresso entra em fase de intensa negociação por poder e agenda.

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