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Resumo em 10 segundos

A ideia de elevar o IOF volta à mesa para cobrir parte da perda na Câmara — mas quem vai pagar por isso? 💭📉

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Governo avalia aumentar o IOF como alternativa à derrota da MP 1303 na Câmara 🧵💼 Ministro Fernando Haddad teria levantado a proposta; Fazenda diz que “não há nada decidido”. Randolfe admite: é natural que o IOF volte à mesa. O debate agora é político e técnico.

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O cálculo é concreto: aumento do IOF somado a contingenciamento poderia render cerca de R$ 7 bilhões, levando o total projetado para R$ 34 bilhões (estimativa citada por economistas da XP). Mas atenção: IOF cobre só parte do rombo — o resto pressiona cortes.

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Tecnicamente, o IOF incide sobre crédito, câmbio e operações financeiras. No curto prazo rende, mas é regressivo: aumenta custos de crédito e pesa mais sobre quem já depende do sistema financeiro. Pergunta analítica: queremos medidas rápidas ou receitas mais justas?

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Politicamente, a derrota da MP 1303 expõe fragilidades na articulação do governo com a Câmara. Decisão sobre compensações exige mais transparência e debate público — não apenas ajuste contábil. Fiscalização e participação da sociedade são essenciais.

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Há alternativas estruturais pouco comentadas: uma tributação mais progressiva, combate à elisão fiscal, revisão de benefícios fiscais regressivos e cobrança efetiva de grandes contribuintes. Essas opções respeitam inclusão social e protegem programas essenciais.

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Reflexão final: R$34 bilhões é número técnico que traduz escolhas políticas. Optar por aumento do IOF é custo curto-prazo; priorizar reformas estruturais é aposta em justiça fiscal. Qual caminho o governo escolherá — o mais rápido ou o mais justo?

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