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💼 O plano citado pela Fazenda combina financiamento e capacitação para adaptar negócios à nova jornada — e inclui impactos da reforma tributária.

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💼 Governo prevê linhas de crédito e capacitação para empresas que tiverem dificuldades na transição após o fim da escala 6x1, disse o ministro da Fazenda, Dario Durigan. A proposta ainda será detalhada. 🧵

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A nova regra, promulgada pelo Congresso nesta sexta-feira (16), prevê dois dias de descanso remunerado por semana e redução gradual da jornada máxima: de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial.

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Segundo Durigan, a equipe econômica ainda vai medir os efeitos por setor e porte de empresa. A intenção é identificar onde a reorganização de turnos, custos e processos exigirá mais recursos.

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O apoio estudado não foi apresentado como desoneração da folha ou compensação direta. O foco citado pelo ministro é financiamento direcionado e treinamento para inovação, produtividade e modernização operacional.

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Entre as adaptações possíveis estão novos processos, qualificação de funcionários e adoção de tecnologia. O Sebrae e outros sistemas de capacitação foram mencionados como potenciais parceiros, sobretudo para pequenos negócios.

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Durigan afirmou que o limite de crédito para pequenas empresas já foi ampliado de R$ 250 mil para R$ 500 mil, inclusive para capital de giro — recurso usado para despesas cotidianas e manutenção das operações.

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A Fazenda também prevê linhas específicas para empresas impactadas pela reforma tributária. O ponto central agora é o desenho dos critérios: crédito e capacitação precisarão chegar a quem de fato enfrentar maior custo de adaptação.

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