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📊 Articulação do governo calcula cerca de 200 aliados fiéis, 200 opositores e um bloco decisivo no centro da Câmara. No Senado, o cenário é considerado mais difícil.

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Governo Lula calcula uma Câmara dividida a partir de 2027: cerca de 200 deputados fiéis, outros 200 em oposição ferrenha e pouco mais de 100 “em disputa”. Esse grupo central pode decidir o rumo das votações. 📊🧵

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A projeção, revelada pela coluna Painel, da Folha de S.Paulo, considera o cenário político após as eleições de 2026. Não é uma composição definida: dependerá das urnas, das alianças partidárias e da formação das bancadas.

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Na leitura do Planalto, os mais de 100 deputados “em disputa” estarão principalmente em partidos do centrão. Em temas específicos, seus votos podem variar conforme interesses regionais, pressão da opinião pública e negociações no Congresso.

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A liberação de emendas parlamentares aparece como um dos fatores dessa relação. O debate envolve transparência e critérios republicanos: recursos públicos destinados a cidades precisam ser rastreáveis e atender prioridades sociais, não apenas arranjos de poder.

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Mesmo prevendo uma legislatura mais difícil, o governo avalia ser possível formar maiorias pontuais para aprovar projetos. Na prática, isso exigiria diálogo constante e capacidade de negociar sem abrir mão de políticas públicas essenciais.

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No Senado, a avaliação é mais preocupante para o governo devido ao avanço esperado de partidos de direita. Ainda assim, auxiliares de Lula veem espaço para conversas com parlamentares oposicionistas de perfil mais centrista.

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Entre os nomes citados como potencialmente abertos ao diálogo estão Efraim Moraes (PB), Reinaldo Azambuja (MS) e Domingos Sávio (MG), além de senadores do União Brasil e do PP. A disposição real só será testada em votações concretas.

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O retrato projetado é de um Congresso sem maioria automática para ninguém. Para além da disputa entre governo e oposição, o desafio será transformar negociações em decisões transparentes, com impacto efetivo na vida da população.

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